Neste domingo (1º de março), apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro e setores da direita política promovem uma série de manifestações em várias cidades do Brasil sob o nome “Acorda Brasil”. A mobilização, convocada pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e por líderes como o pastor Silas Malafaia, ocorre de forma simultânea em mais de 30 municípios, incluindo São Paulo, Salvador, Campo Grande, Curitiba, Belo Horizonte e Brasília.
Os atos reúnem manifestantes vestidos com as cores nacionais, carregando bandeiras e faixas, em protesto contra o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e criticando a atuação de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). As pautas incluem pedidos pela prisão domiciliar do ex-presidente Bolsonaro, críticas a decisões judiciais e reclamações sobre temas como o caso envolvendo o Banco Master.

Em São Paulo, a concentração principal está marcada para a Avenida Paulista, com expectativa de grande participação. Já em outras capitais, atos acontecem em pontos centrais com discursos de políticos, faixas e trilhas de mobilização política.
Organizadores afirmam que o movimento busca “acordar” a população para o que consideram problemas no cenário político atual, defendendo direitos e liberdades e pedindo mudanças no governo. Críticos das manifestações, por outro lado, destacam tensões internas no campo conservador e divergências sobre as estratégias e mensagens do movimento.

A mobilização deste domingo marca uma nova fase de protestos de setores bolsonaristas desde o início de 2026, reforçando debates sobre a polarização política no país e a influência de atos de rua em ano eleitoral.


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