Escola de Lauro de Freitas abre as portas para discutir genocídio e feminicídio no Novembro Negro
Com punhos cerrados e vozes coesas, jovens de Lauro de Freitas se ergueram para homenagear Maria Felipa, Zeferina e Dandara. As mulheres de cor, símbolo histórico da resistência negra e pela igualdade de condições entre os gêneros foram destaque na roda de conversa sobre genocídio e feminicídio. A programação, que integra o Novembro Negro, foi

