Categoria: Moema Gramacho

Cursos e oficinas do Univerão mobilizam mais de 2 mil participantes

Os mais de 100 minicursos e oficinas disponibilizados pela Univerão/Festur durante toda a semana, de 16 a 20, transformaram Lauro de Freitas no maior campus de troca de experiências e conhecimento do país nesta estação. A iniciativa da Prefeitura de Lauro de Freitas em parceria com 12 universidades públicas da Bahia, fundações e Governo do Estado, está mobilizando mais de duas mil pessoas nos três pólos de atividades a cada dia.
No bairro de Itinga, onde se concentra a maior parte dos cursos profissionalizantes, a perspectiva de se qualificar para o mercado de trabalho esgotou as vagas para o Curso de Instalação de Placa de Energia Solar, ministrado no IFBA. Os participantes estão tendo a chance de aprimorar os conhecimentos em tecnologia e energia solar fotovoltaica. Segundo o professor Luís Gabriel, o curso tem uma dimensão introdutória, permitindo aos alunos o aprendizado teórico e o aperfeiçoamento da bagagem curricular.


Morador de Salvador e graduado em engenharia elétrica, Aziel Freitas contou que buscou o curso como mais uma oportunidade de afinar seus conhecimentos. “A energia renovável é um tema em voga, e como profissional da área não pude deixar de conferir”. Sobre a Univerão sua avaliação é muito positiva. “Permite ao público a consolidação de seus conhecimentos com as novas ideias que estão sendo discutidas atualmente”.


Em frente ao IFBA, o Colégio Dois de Julho abriga os cursos de manicure, toy arte em tecido, estética afro e oficina de turbante entre outros. Ministrado pela instrutora de embelezamento de mãos e pés, Carine Oliveira, o curso de manicure permite à turma o aprendizado teórico sobre anatomia, patologia e fisiologia das unhas. Na parte prática, as alunas puderam exercitar o processo de cutilagem, escarnação, corte e pintura.
O aperfeiçoamento ou iniciação na profissão também é oferecido nos bairros mais distantes do centro, como Barro Duro onde está sendo realizado o minicurso de manutenção de computadores. Em Vida Nova, Pequenos reparos na construção civil e eletricista, e em Buraquinho, Boas práticas e beneficiamento de pescado.
Toda a grade de minicursos oficinas, show, palestras e conferências pode ser conferida no site www.laurodefreitas.ba.gov.br/univerão.

 


     

Pacto com a sociedade para construção da Cidade Educadora é o grande desafio, diz palestrante da Univerão

“Para que uma cidade seja educadora, todos tem que fazer parte”, afirmou o ex-reitor da UFBA-Universidade Federal da Bahia, Naomar Monteiro de Almeida Filho, na conferência “Perspectiva para uma Cidade Educadora-conceitos, desafios e proposta”. Realizada no Centro Panamericano de Judô nesta quarta-feira (16) dentro da programação da Univerão (Universidade de Verão), a atividade contou com a participação de profissionais de educação de Lauro de Freitas e de outros municípios.
O professor Naomar Monteiro fez uma análise do cenário educacional do país e ressaltou a importância de conhecer as diferenças entre educação e ensino. “O conceito de educação deve conter uma integralidade horizontal e vertical. É difícil mudar, mas precisamos transformar a perspectiva negativa em desafio”. Num diagnóstico paralelo ao da Cidade Educadora Naomar questionou o conceito brasileiro de universidade, uma instituição pública, mas que não é voltada para o povo.
“A universidade tem uma linhagem institucional, uma missão, é diferente do ensino superior. Espaços de demandas sociais não ficam vazios, mas com a falta de capacidade de absorção das instituições públicas acaba abrindo espaço para as instituições privadas (mercado). A ideia da universidade livre vem com um desafio. É necessário refletir como superar transformando o problema em perspectiva. Com o funcionamento da Cidade Educadora podemos demonstrar que é possível”.
Dividindo a mesa com o professor Naomar, o secretario de Educação de Lauro de Freitas, o professor Paulo Gabriel Nacif explicou o significado de Cidade Educadora com o exemplo da Universidade de Verão, ratificando a afirmação de Naomar sobre a necessidade da participação popular na construção do processo e em sua execução.
“Eu acho que não discutir a educação de forma concreta e radical é não mexer no assunto. Precisamos ter um pacto social, o Estado sozinho não dá conta, as pessoas têm que fazer parte desse pacto. A Univerão vem como um grande desafio de integrar tudo que já foi conquistado nesse sentido e com essa experiência poderemos aprender que não precisamos separar a mente que aprende da que se diverte”.
A roda de conversa que foi mediada pela professora da rede municipal de Lauro de Freitas Andreia Bispo, contou com a colaboração do sociólogo e doutor em Educação Luiz Dourado. O pesquisador atribuiu a Univerão o ponto de partida para a construção de uma universidade livre e popular. “A Univerão foi proposta a partir de um horizonte de vontade política, completamente delineado, nascido no âmbito da territorialidade de Lauro de Freitas. Esse projeto e sua vitalidade cabem a cada um, pois é um projeto para todos e por isso popular”.
O debate que foi aberto de maneira lúdica com a apresentação musical de Willian Lima, aluno da oficina de chorinho da Univerão realizada na última terça-feira (16) junto com o professor Juvino Alves dos Santos Filho, que ministrou o curso. Ao som do acordeom e do clarinete, as músicas Lamento Sertanejo e Asa Branca deixaram o público aquecido para o debate. Luiz Dourado finalizou a roda de conversa citando Paulo Freire. “A educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda”.
O ciclo de conferências continua nesta quinta-feira (18), ás 14h com o antropólogo e professor da Universidade de Brasília (UNB) José Jorge de Carvalho, que vai abordar Comunicação: Descolonização do Conhecimento na Universidade no Centro Panamericano de Judô.
A grade de conferências, minicursos, oficinas, show e palestras pode ser conferida no site www.laurodefreitas.ba.gov.br/univerão


     

Cerimônia de abertura da FESTUR acontece nesta sexta (19)

 

 


FESTUR- Festa Turística  Étnica  e Cultural de Lauro de Freitas, acontece se 19 a 21 de Janeiro com uma programação extensa e diversificada que traz desde cortejo étnico cultural com entidades locais até  uma cavalgada, passando por espetáculos teatrais e circenses, debates, feiras de artesanato e shows. Uma Extensão do Univerão( Universo de Verão), que traz um leque de experiências oferecido  por 11 universidades, institutos e entidades culturais. O Diretor  dr Turismo  Joilson  Lopez é  o grande idealizadr so FESTUR.

 

 

 


     

Departamento de Manutenção da SEMED junto com a Seinfra trabalhando duro na melhoria da infraestrutura das escolas do município

Estamos nos primeiros dias do ano de 2018, e o Departamento de Manutenção da SEMED junto com a Seinfra do grande guerreiro Vidigal estão jogando duro nas escolas do município, não só para Univerão, mais para todo ano letivo, Os Secretários nota 13, Paulo Gabriel Educação, Vidigal Seinfra, e não podia deixar de fora, o Correria Daniel Guimarães Diretor na Semed, que já mostrou que tem coragem e força de vontade para contribuir em uma gestão melhor para com a educação em relação a infraestrutura nas Unidades Escolares!


     

Feira Livre da Economia Solidária acontece até domingo em Lauro de Freitas no Univerão

A cidade de Lauro de Freitas recebe mais uma edição da Feira da Economia Solidária. Nesta oportunidade, a atividade promovida pela Prefeitura Municipal de Lauro de Freitas (PMLF), através da Secretaria de Trabalho, Esporte e Lazer (Setrel), compõe o projeto Universidade de Verão (Univerão), que traz ao município, além de palestras e apresentações com mais de 30 nomes do meio acadêmico, cultural e político, cerca de 130 minicursos e oficinas ofertados gratuitamente, shows e exposições culturais e científicas.

A edição da Feira acontece a partir desta quarta-feira (17) até domingo (21), das 15h às 22h, na Praça do Parque Ecológico, em Vilas do Atlântico, reunindo pequenos produtores de diversas cadeias produtivas, contando com barracas de hortifrutigranjeiros; serviços; artesanatos; produtos reciclados, com bolsas e utensílios domésticos, como vassouras produzidas com garrafa pet; produtos orgânicos, desde cerveja artesanal, geléias, compotas e seus derivados.

“O objetivo da nossa feira é oportunizar geração de renda para essa parcela de pessoas que estão encontrando na Economia Solidária uma alternativa real, e ofereceremos aos visitantes produtos de qualidade de diversas cadeias com um valor justo, fazendo girar o recurso local, além de oferecer uma opção de lazer para nossa cidade”, destacou o secretário da Setrel, Uilson de Souza.

Entre mais algumas opções de lazer, a criançada contará com pula-pula e piscina de bolinha. A atividade visa estimular a geração de renda entre os cidadãos laurofreitenses que não encontram no mercado formal de trabalho uma oportunidade e encontram na economia solidária uma ferramenta rentável.


     

52ª CIPM e a comunidade, juntos, na corrente do bem *

 

Na data de hoje, 17/01/18, compareceram à sede da 52ª CIPM o Sr. Cláudio, a Sra. Silvania e a senhora Renilda, respectivamente pai, mãe e avó da pequena Lise, de 06 anos. O Sr. Cláudio informou que após assistir a uma matéria sobre a atuação da PM no presídio, Lise ficou com uma impressão ruim da Polícia Militar. O Sr Cláudio então resolveu trazê-la para conhecer o quartel, onde manteve contato com este oficial relatando a história. Prontamente, levamos Lise para conhecer o quartel, ontem além de conhecer as instalações, ela conheceu também os oficiais e praças da OPM, bem como os cachorros mascotes da companhia. Ao final, Lise disse que gostou muito da visita e que acreditava que a polícia era amiga das pessoas e foi presenteada pela CB Pm Patrícia com uma boneca da Cinderela.

*52ª CIPM e a comunidade, juntos, na corrente do bem *


     

Interessante como o povo confunde Cultura e Lazer. Será que é ignorância ou oportunismo?!


Esse blogueiro que vos fala esteve hoje na SECULT,  verificando os projetos para o ano que se inicia e fiquei surpreso.
Quanta bobagem em nome da Cultura surge de todos os lados, até nossos edis contribuem com essas solicitações e pedidos.
São pré carnavais de todos os lados e em todos os bairros, lavagens de todos pés de oitis e de todas escadarias da cidade. Para eles todas são sagradas, afinal existe o sacrifício do povo em subi-las. E os blocos? Surgem de todos os lados e pedem tudo, trios, bandas, camisas ou abadás, lanches e até água mineral. As camisas e abadás devem ser entregues a tempo para vender? Qual a verdadeira participação deles? Qual a contrapartida?
Perguntei à SECULT, vocês atendem isso ??????
Fiquei sem resposta, pode melindrar aos pedintes.
Consciência festeiros e carnavalescos,  dinheiro público tem quer ser bem gerido. Cuidado Prefeita, abre o ‘ zoie ‘ Carlucho.

Vida que segue.