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Lauro de Freitas reabre posto odontológico na comunidade do Pouso Alegre

 


O Odonto Ampa, atendimento odontológico da Associação de Moradores de Pouso Alegre, na Itinga, foi devolvido nesta terça-feira (12) à comunidade local. Inaugurado em 2012, segundo mandato da prefeita Moema Gramacho, o atendimento foi suspenso no ano passado pelo antigo gestor do município.
Lembrando o Prêmio Brasil Sorridente que recebeu em 2012 pelo investimento em saúde bucal, a prefeita Moema Gramacho ressaltou a satisfação com a volta do serviço e lamentou o cenário da saúde que encontrou em Lauro de Freitas. “Estamos trabalhando para retomar a saúde como deixamos em 2012, pois houve um retrocesso em Lauro de Freitas. Agradeço ao desprendimento da Ampa, que mais uma vez ceder espaço para que o atendimento odontológico pudesse funcionar novamente na comunidade”.


Secretário de Saúde de Lauro de Freitas Erasmo Moura chamou a atenção para a política de saúde que vem sendo implementada no município. “O que desejamos é que a população seja atendida de maneira humanizada e a devolução desse serviço para os munícipes vem somar ao que tem sido feito desde o início da gestão”. O Odonto Ampa é um parceria entre a associação de moradores – que cedeu o espaço para o atendimento – e a Prefeitura que disponibiliza os equipamentos e os profissionais.
Para utilizar o serviço é necessário morar na comunidade de Pouso Alegre. A marcação acontece às segundas, terças e quintas-feiras, das 8 às 11h e das 14 às 16h. É necessário apresentar o RG, Cartão do SUS e comprovante de residência para agendar o atendimento que será realizado às quartas e sextas-feiras, das 8 às 11h e das 14 às 16h. “Pra mim é uma felicidade enorme retomar esse trabalho que já vinha sendo desenvolvido pelo meu ai e por saber das demandas da minha comunidade”, destacou a presidente da Ampa, Simone Almeida, filha do fundador da associação Dílson Barbosa.


Além da comunidade a reabertura do serviço contou com a participação de vereadores e da deputada estadual Mirela Macedo, que chamou atenção para o esforço da prefeita Moema Gramacho para trazer de volta à comunidade um serviço tão necessário. “Junto com o dentista e com a auxiliar de saúde bucal, que com certeza vão atender a comunidade com muito carinho, temos uma gestora que caminha de mãos dadas com o povo”.
Para Jucimara Menezes de Melo, que mora no Pouso Alegre desde que nasceu, “a reabertura do posto é uma felicidade para nós moradores. Quero agradecer por ter o serviço de volta, estávamos muito ansiosos pelo retorno do atendimento odontológico perto da gente”. O Odonto Ampa iniciará o atendimento nesta quarta-feira (13). A expectativa é atender cerca de 20 pessoas por dia. Os serviços disponíveis serão limpeza, restauração e extração. Caso haja necessidade de outro tipo de atendimento o dentista encaminhará o paciente para a unidade especializada, no Espaço Cidadão.

 


     

Profesp encerra ano educacional com cerimônia na concha acústica de Lauro de Freitas

Cento e cinquenta crianças e adolescentes de Areia Branca, alunos da rede municipal de ensino de Lauro de Freitas, participam nesta quarta-feira (13), às 14h, da cerimônia de encerramento do ano educacional do Programa Forças no Esporte (Profesf). O ato será na Concha Acústica Roger Batera com a presença do Comandante da Ala 14 (Base Área de Salvador), coronel aviador José Henrique Kaipper.
Desenvolvido pelo Ministério da Defesa por meio da Marinha, Exército e Aeronáutica, e em parceria com os Ministérios do Esporte e Secretária Municipal de Educação (SEMED), o programa fomenta o desenvolvimento esportivo na faixa etária de 7 a 13 anos. As práticas ocorrem de segunda à quinta-feira durante o turno oposto às aulas regulares.
Nas quadras da Base Aérea de Salvador, os alunos aprendem futebol, voleibol, basquete, natação e corrida de orientação. O Profesp ainda fornece três alimentações para os participantes e serviço médico, odontológico e de assistência social.
De acordo com o diretor de Inclusão a Diversidade da SEMED, Eriosvaldo Menezes, os jovens são selecionados de acordo com a vulnerabilidade social. “O programa democratiza o acesso à prática e à cultura do esporte e promove o desenvolvimento integral de crianças e adolescentes, oferecendo atividades esportivas educacionais, lazer e atividades complementares”, conta.


     

Mais Grafite leva arte e cultura para escola em Piraja


Estudantes do Colégio Estadual Artur de Sales, em Pirajá, participaram, nesta terça-feira (12), da 11ª edição do Programa Mais Grafite, da Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS). A iniciativa é desenvolvida nas escolas da rede estadual de ensino, levando mais arte, cultura e cidadania para a juventude.


Presente na ação, o secretário de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS), Carlos Martins, reafirmou a importância do Programa e disse que “o Mais Grafite reforça o pertencimento do aluno com a escola e fortalece também o sentimento de cidadania, ao mesmo tempo que oferece, através da arte e da cultura, oportunidades de empreendedorismo e da geração de emprego e renda”.


Durante toda a manhã, os estudantes participaram de oficinas teóricas e, no período da tarde, foi o momento da aula prática, quando as paredes, jardineiras e muros da escola viraram uma grande tela em branco, prontas para ganhar vida e cor. “Participar do Mais Grafite é numa grande alegria. Aprendi a valorizar a arte de rua, por meio dela é possível expressar nossos pensamentos e despertar reflexão em quem vê. Espero que esse projeto cresça e chegue em muitas outras escolas”, disse a estudante Geovana Góes.

Em Pirajá, o trabalho foi conduzido pelo orientador e grafiteiro, Júlio Costa, integrante do Museu de Street Arte de Salvador (Musas). “Costumamos dizer que são oficinas da transformação. Aqui, eles aprendem a criar coletivamente, a trabalhar em equipe, expressar seus pensamentos e modificar os lugares, a partir do momento que estão prontos para difundir princípios de cidadania”, explicou.

Como uma das propostas do Programa é unir educação e arte, nas oficinas também há um momento reservado para debates sobre diversidade, empoderamento da juventude e igualdade. “Este é um programa que veio para ficar e que reforça as políticas públicas da Bahia”, enfatizou Carlos Martins.


     

Resistência garantiu vitória na Venezuela

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Por Paulo Moreira Leite, em seu blog:

Dezoito anos depois da entrada de Hugo Chávez em Miraflores, a espetacular vitória do chavismo nas eleições municipais deste domingo mostra que a Venezuela resiste e luta. “Querem nos obrigar a trair a Revolução pela fome mas não vão conseguir”, me disse, em tom de promessa solene, a servidora Esmeralda Vasquez, 61 anos, duas filhas, duas netas, moradora no Sucre, município popular de 600 moradores nos arredores de Caracas. “Amo Chávez, apoio Maduro”, diz ela, depois de contar, em tom divertido, que há retratos de Chávez em cada aposento de sua casa, inclusive no banheiro.

Enfrentando uma guerra econômica que lembra a barbárie da Guerra Fria, que produziu o boicote econômico que sacrifica a população de Cuba desde 1962, e alimentou a queda de Salvador Allende no Chile, em 1973, a população da Venezuela tomou o caminho das urnas com a consciência de quem dá um passo para a História. Contrariando uma sequência de derrotas populares ocorridas nos países vizinhos, em três eleições consecutivas – para a Constituinte, para os governos de Estado, para os prefeitos –os venezuelanos asseguraram um fôlego indispensável ao governo Maduro, que terá uma eleição presidencial para enfrentar em 2018.

Numa disputa que jamais teria condições de vencer, seja pelo desgaste de lideranças comprometidas com o ambiente de baderna e violência criado no país, seja pela identificação óbvia dos interesses por trás da guerra econômica que sacrifica a maioria, os principais líderes da oposição preferiram escapar de uma derrota desmoralizadora por uma estratégia já assumida outras vezes – fugir das urnas. Ficaram longe da disputa e sequer pediram, abertamente, voto para aliados e afilhados políticos. Seus partidos se apresentaram de forma dividida, com dois, três e até quatro candidatos em várias cidades, numa demonstração de fraqueza que contém uma mensagem reveladora e preocupante, do ponto de vista da democracia. Sugere que, incapazes de disputar o poder pelo voto, pretendem cultivar a postura nefasta que aponta para a retomada, cedo ou tarde, da violência e da sabotagem que marcava país até a vitória de Maduro na Constituinte.

Numa amostra dessa situação, na quarta-feira da semana passada, cinco dias antes do pleito, o dólar era vendido a 3 000 bolívares no câmbio oficial – e 70 000 no paralelo. No dia seguinte, o preço havia saltado para 120 000 bolívares. Na sexta-feira, num desses sintomas preocupantes de colapso, a população fazia fila de dobrar o quarteirão no centro de Caracas para sacar dinheiro em caixas eletrônicas.

Não se trata, é evidente, de um problema de natureza econômico, mas essencialmente político. Através de manobras escancaradas e fora de qualquer controle oficial, o que se tenta é impedir as autoridades venezuelanas de exercer uma das tarefas legítimas e essenciais do Estado – defender a moeda do país, ponto essencial para a definição da riqueza de toda nação independente. A sabotagem terminou em fiasco eleitoral vergonhoso mas deixou um retrato político claro.

“Apesar da imensa pressão contra nossa economia, exportações e empregos, nossos adversários não foram capazes de separar a liderança da Revolução de sua base histórica de apoio e isso permite encarar o futuro” afirma Luís Figueroa ao 247, referindo-se a cidadãos e cidadãs como a Esmeralda Vasquez do parágrafo acima. Quadro histórico do partido chavista (PSUV), em 2015 Figueroa foi escolhido por Nicolas Maduro como principal liderança civil de um dos diversos organismos de nome autoexplicativo (“Estado Maior de Luta contra a Guerra Econômica”) criados como parte do esforço permanente para enfrentar a ações de sabotagem e manipulação de preços. Na semana passada, era candidato a prefeito em La Plaza, onde se localiza a cidade de Guarenas, uma referência política e histórica. Origem da insurreição de 1989, que deu origem ao “Caracazo”, luta popular que inspirou a tentativa de golpe militar de Hugo Chávez em 1992 e a abriu caminho para a primeira vitória presidencial, em 1998. (Até a conclusão dessa reportagem, o resultado da eleição em La Plaza não fora divulgado).

Hoje a principal estudiosa das guerras econômicas em nosso continente, a professora Pasqualina Curcio, da Universidade Simon Bolívar, ensina que elas têm um traço essencialmente político, ganhando musculatura maior em momentos de disputa aberta pelo poder político. Em “La Mano Visible del Mercado”, obra de leitura obrigatória para os interessados nas operações políticas destinadas a quebrar a economia de um país, a professora mostra que a escassez artificial de produtos básicos – como se vê hoje no país – é um elemento essencial das guerras econômicas, que sempre se tornam mais agudas em momentos conflito e inconformismo das elites dirigentes de um país, como ocorreu no início, no meio e no fim do governo Chávez – prolongando-se de modo permanente a partir da eleição de Nicolás Maduro, em 2013, até a Constituinte.

Em entrevista ao 247, na qual entrou em maiores detalhes sobre o assunto, Pasqualina diz que a guerra econômica é “um mecanismo que se ativa quando o sistema capitalista sente-se ameaçado por um sistema alternativo”. Para dissipar dúvidas possíveis, ela recorda a documentação do Senado americano sobre o golpe contra Allende, admitindo que “é impossível compreender o efeito da ação encoberta (em apoio ao golpe) sem conhecer que a acompanhou”.

Sem deixar de reconhecer a existência de problemas conjunturais e estruturais na economia venezuelana, Pasqualina Curcio argumenta que o país exibe um quadro geral de dados favoráveis, que nem de longe justificam, tecnicamente, o ambiente de sufoco em torno do país. Lembra o PIB, que cresceu 9% capta nos últimos 30 anos. Fala de um quadro social positivo, num país que hoje é o menos desigual da América do Sul, segundo a CEPAL. Cita a Dívida Externa, paga pontualmente nos últimos cinco anos. Foram 70 bilhões de dólares no período. Recorda que, em termos relativos, ela irá gerar um desembolso relativamente menor em futuro próximo – 90 bilhões até 2038. Lembrando que as pressões sobre o dólar só poderiam ter alguma justificativa num país comprovadamente incapaz de honrar seus compromissos com credores internacionais, ela recorda que a Venezuela não só possui a maior reserva comprovada de petróleo do planeta, mas também a segunda maior de ouro. “É impossível compreender o efeito da guerra econômica sem conhecer a pressão que a companha”, disse a professora, em palestra para jornalistas e economistas estrangeiros, em Caracas, na sexta-feira passada.

Vitorioso na Constituinte, em seguida na eleição para governadores de Estado e agora para prefeitos, o chavismo tem direito de festejar uma imensa vitória política. Mas segue às voltas com a guerra econômica, que, em níveis mais ou menos graves conforme cada conjuntura, atinge o país inteiro. Sem a menor chance – ao menos na atual relação de forças – de recuperar o poder pelas urnas, a oposição não dá o menor indício de que pretende chegar a um acordo de sobrevivência que possa implicar no reconhecimento da legitimidade de adversários históricos.

Num país onde a principal fonte de riqueza se encontra no petróleo – propriedade do Estado –, são empresas privadas, em sua maioria internacionais e poucos grupos locais, que produzem a comida que vai a mesa, a roupa em cima do corpo, os bens a venda nas feiras, supermercados e shoppings. Produtos essenciais –como a farinha pré-cozida de milho, uma espécie de arroz com feijão local – são importados pelo setor privado, com dólar adquirido com tarifa subsidiada, mas podem ser vendidos a preços que permitem ganhos muito acima da decência.

Com seu preço controlado, após muitas pressões por um aumento, inclusive através de operações destinadas a fazer o produto sumir dos supermercados, em março de 2016 os gigantes econômicos que controlam a distribuição de farinha de milho pré-cozida conseguiram reajustar seu preço. O quilo passou de 19 para 700 bolívares – um aumento que dispensa comentários, de 4 000%.

“É hora de aplicar a mão dura contra especuladores, que cometem crimes contra a população, prejudicam milhões de famílias e permanecem impunes,” disse ao 247 a diretora de escola Ana Cedeño, liderança política do PSUV, em Caríbia, nos arredores de Caracas. Universo típico das forças que, na base da sociedade venezuelana mostram a disposição de quem não pretende abaixar os braços, numa façanha que acima de tudo reflete o apego da maioria às conquistas do período anterior ao desmoronamento dos preços do petróleo, a cidade é residência de 3171 famílias organizadas numa instituição que o vocabulário político da Venezuela define como “comuna boliviariana”.

Formada por nove conselhos de 40 lideranças eleitas, ali a luta social mobiliza uma população que combina a labuta pela sobrevivência com a defesa de seus direitos – a começar pelos CLAPs, os comitês que oferecem, todos os meses, uma cesta básica de acordo com a renda de cada um. Num esquema que é chamado de “populista” quando se produz ao lado debaixo do Equador, mas é embalado como “social-democracia” e até “distribuição de renda” quando aplicado a países desenvolvidos, o preço da cesta ofertada a cada família é de 15 000 bolívares, ou U$ 1,50 no câmbio oficial, para um conjunto de quinze produtos que incluem um quilo de arroz, outro de farinha e assim por diante.

Presente na maioria dos bairros populares, e também em edifícios de porte maior, os CLAPs surgiram como uma resposta urgente a guerra econômica. Do ponto de vista político, são a expressão mais recente da gigantesca floresta de organismos de base a sociedade venezuelana colocou de pé a partir da chega de Hugo Chávez ao governo, em 1999 e permite uma resistência capilar e musculosa, difícil de derrotar.

“Nem precisamos esperar pela , contagem do votos: aqui a Erica Farias vence por mais de 90%”, me disse um militante de base no Sucre, ao final da tarde de ontem, referindo-se a candidata do PSUV que obteve uma vitória consagradora na capital venezuelana. “Estamos nos CLAPs, nas mesas de discussão sobre a falta de água, nos debates sobre transporte”.

“Estamos vivendo um momento de fé e esperança”, diz o gerente Hector Rondon, 59 anos, um senhor de hábitos cautelosos, que recusou o voto a Hugo Chávez em 1998, porque “não gostei daquela história de golpe militar” mas converteu-se de corpo e alma ao chavismo nos anos seguintes. No último dia da campanha ele se encontrava no centro de Caracas para participar de um comício dos candidatos do PSUV.

“Ninguém passa fome mas todo fazem sacrifícios e diminuíram o padrão”, diz ele, referindo-se a mudanças no consumo de carne e demais proteínas animais, nos passeios com amigos, nas compras de roupa.

São mudanças que atingem a maioria da sociedade, com exceção, naturalmente, daquele topo histórico com grandes fortunas, boa parte armazenada fora do país. Jovens casais de classe média têm sido levados a adiar planos de casamento, pela absoluta dificuldade de fazer o básico — alugar um apartamento. Em busca de um reforço para o orçamento, mesmo famílias bem estruturadas onde todos têm diploma universitário procuram reforçar a renda, fazendo roupas e outros serviços para fora.

A vitória eleitoral foi espetacular porque permitiu à maioria dos venezuelanos encontrar seu próprio caminho para impedir o desmanche do país e defender suas conquistas. Esta foi a mensagem das urnas. Mas a desordem da economia e a conspiração política tem seu limite, no tempo e no espaço.

“Acredito que dentro de um ano o país irá encontrar uma saída”, afirma Hector Rondon.


     

Motorista perde controle de carro e cai dentro de rio em Lauro de Freitas

Na manhã deste domingo (10/12), um homem perdeu o controle da direção do veículo que conduzia, bateu num poste de iluminação pública e caiu no Rio Ipitanga, em Lauro de Freitas.
O motorista do carro Chevrolet Sonic, placa OLB 1289 de Salvador, foi resgatado aparentemente lúcido e sem ferimentos graves. Uma equipe da Secretaria de Trânsito, Transporte e Ordem Pública – Settop, esteve a frente da operação, controlando o tráfego de veículos na área e remoção do automóvel.


     

13º na conta ate sexta – feira.

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Mais uma vez Moema Gramacho larga na frente dos 417 municípios da Bahia pagando até sexta- feira a segunda e última parte do 13º do Servidor Público Municipal.

E antes de 2018 credita na conta do barnabé o último salário do ano de 2017.

Por último vale lembrar que não houve e nem haverá demissões pra fechar o ano fiscal, contábil.

Parabéns ao Ailton Florêncio, Fazenda e NR, equipe nota 13.


     

Qualificação pra o mercado de trabalho, aproveite a oportunidade.

 

Gestão de Condomínio
Turma A
Inicio 08 de janeiro
Termino 14 de fevereiro

Turma B
Inicio 09 de janeiro
Termino 15 de fevereiro

Aulas 2 x por semana das 19:00hs as 21:30hs

Valor Promocional ate final de dezembro de 150,00

Informações
Unibahia :3508 2173 ou 3508 1813
Prof. Mario 98700 0669 ou 99241 2949
Prof. Kleber Costa 98723 0990 ou 99173 2970


     

Secretaria de Justiça entrega instrumentos musicais para fanfarras escolares

Música, educação e cidadania. Na manhã desta segunda-feira (11), a Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS) deu início às entregas de instrumentos musicais nas escolas públicas da Rede Estadual.

No total, 35 escolas (das quais 28 em Salvador) serão diretamente beneficiadas com a entrega de 660 instrumentos de sopro. A primeira foi o Colégio Estadual João Caribé, em São Tomé de Paripe, cuja fanfarra foi vencedora da III Copa Nacional de Campeãs de Bandas e Fanfarras (em Pernambuco); título inédito para a Bahia.

“Aqui, teremos médico, advogados, engenheiros, professores, mas podemos ter também grandes músicos. Cuidem com carinho dos instrumentos de vocês e podem contar com o nosso apoio para uma segunda etapa deste projeto e a entrega de mais instrumentos”, pontuou o secretário da SJDHDS, Carlos Martins.

O processo de mapeamento das fanfarras escolares teve início em 2015. À época, a ação incluiu capacitação com os maestros e mestres de fanfarras e, este ano, com os próprios alunos através do Núcleo Estadual de Orquestras Juvenis da Bahia (NEOJIBA). “O NEOJIBA desenvolve um trabalho fundamental de qualificação e inclusão social através da música, e valoriza também as crianças e jovens, eleva a autoestima e empodera. É a arte enquanto fator de transformação”, destacou Martins.

Para o maestro-coordenador do NEOJIBA e um dos idealizadores do projeto, Helder Passinho, as fanfarras escolares, tal qual o NEOJIBA, têm a missão de desenvolver, socialmente, crianças e jovens a partir da prática musical coletiva. “Elas são responsáveis pelo primeiro contato com a música e é muito importante garantir a qualidade do ensino desde a ponta”.

Por conta da limitação dos antigos instrumentos, não era viável a execução do Hino Nacional e do Hino ao 2 de Julho, por exemplo. “Com esses instrumentos novos, já estamos disponibilizando os dois arranjos para que os alunos executem ambos no próximo desfile da Independência”, afirmou Passinho.

O projeto também prevê que alguns alunos das fanfarras escolares sejam selecionados para integrar o NEOJIBA ou encaminhados a outras orquestras, como a do Teatro Castro Alves, para qualificação e formação profissional. Na Banda Colegial João Caribé, são 70 crianças e jovens do 6° ano Fundamental ao 3° ano do Ensino Médio.

“A grande virtude deste projeto é resgatar as bandas escolares. E qual lugar melhor para descobrir novos talentos que na escola?!”, enfatizou o mestre da fanfarra local, Hermival dos Santos. Em agosto, o grupo irá disputar o 2° Troféu Brasil Internacional, no Rio Grande do Sul.


     

Presidente Nacional do PSB participa de atividades em Salvador

O presidente Nacional do Partido Socialista Brasileiro, Carlos Siqueira, participa, nesta segunda-feira (11), de uma série de atividades em Salvador. Às 16h30, ele concede entrevista coletiva na sede do PSB, no bairro do Rio Vermelho e, às 18h30, faz o lançamento, na capital baiana, do Boletim de Conjuntura Brasil Nº 6, cuja a capa traz o título Socialismo Criativo.

O segundo evento se realizará na FTC – Faculdade de Tecnologia e Ciências – Avenida Luís Viana Filho, Nº 8812 e com palestras de Paulo Miguez, vice reitor da UFBA e Francesco Farruggia, presidente da Campus Party.

*Sobre a publicação* – Além de uma apresentação de Renato Casagrande Presidente da FJM – Fundação João Mangabeira, o boletim traz uma nota histórica de Paulo Miguez textos de Domingos Leonelli. Um dos seus textos é exatamente “Porque do Socialismo Criativo”, que parte do princípio que o desenvolvimento das forças produtivas e das relações de produção em qualquer variante teórica, tem na tecnologia um ponto de inflexão. Por outro lado, se nos últimos anos o capitalismo demonstrou sua criatividade traduzida em produtos de valor universal, exportando cultura e,até mesmo, modos de vida, o socialismo, supostamente seu sucedâneo histórico, precisará demonstrar o seu potencial criativo, ou quedará vencido como o socialismo soviético que se revelou incapaz de criar marcas e produtos aptos a disputar com os produtos do capitalismo.

Em outras palavras o capitalismo moderno só será efetivamente superado por um socialismo criativo.

Mais a ideia do socialismo criativo não incluiapenas a economia criativa, mas a inovação no seu sentido mais amplo, a sustentabilidadeambiental, o empreendedorismo, a participação democrática, e principalmente, novas formas e metodologia de organização social e política.

Se a criatividade capitalista tem como objetivos principais a ampliação do mercado e do lucro, a criatividade socialista deve ter como objetivo a ampliação de espaços de na sociedade e o bem-estar das pessoas.
E a agenda dos partidos políticos socialistas que lutam pelo socialismo democrático no mundo, precisa incorporar a inovação e a economia criativa como estratégia de desenvolvimento social econômico e político.

O socialismo criativo deve se constituir na dimensão social e humana do desenvolvimento das forças produtivas e da revolução tecnológica.