Categoria: Blog do Lau

A Cavalgada da FESTUR de Joílson Lopez foi nota 13.

Começou cedo , lá pelas O9 horas a concentração dos vaqueiros com seu azalão ou com seu cavalinho , na Concha Acústica , pra grande Missa , que foi celebrada pelo padre Tiago da Paróquia do Centro.
Joílson Lopez , Diretor de Turismo , corria de uma lado a outro preocupado com participação . Alguns já davam as piadinhas …Ah, não seriam 60O cavalos ???
O tempo passando , a Missa começou e daqui chega Carlucho , secretário da Secult , chega a Senadora Lídice da Mata, PSB, propulsora no Senado da Lei que faz do Vaqueiro um Profissional amparado legalmente eee lotou de vaqueiros .
O sonho de Joilson Lopez foi realizado com muita alegria e depois da Missa mais de 600 vaqueiros com seus cavalos correndo a cidade .
Parabéns , Joilson Lopez .


     

Cabral acorrentado e o arcaísmo da Lava-Jato

Para quem ainda se recusava a enxergar que não é Justiça o que se pratica na operação Lava-Jato, mas justiçamento, as fotos de Sérgio Cabral algemado e com os pés acorrentados não deixam margem a dúvidas. Evocam fanáticos religiosos simpatizantes dos métodos da Inquisição e não juízes e procuradores do século 21. Houvesse a possibilidade de queimar o ex-governador em praça pública, eles o fariam. Sdds Torquemada.

Sim, Cabral é corrupto. Já foi inclusive condenado a penas estratosféricas, que podem chegar a 300 anos de prisão (!), por isso. Ou seja, a Justiça está sendo feita. Explorar sua imagem nestas circunstâncias não faz sentido, já que não existia risco de fuga, e não condiz com sociedades que se pretendem democráticas. Todo preso tem direito a ter sua dignidade respeitada, está na Constituição. Mas quem disse que a seita de Curitiba está interessada em Constituição?

“Homens de Cristo”, à semelhança de seus pares medievais, os juízes e procuradores da Lava-Jato não se guiam por livros jurídicos, ou não condenariam ninguém sem provas. O que é condenar alguém “por convicção” senão um auto-de-fé? Foi noticiado que um dos integrantes da operação, o juiz Marcelo Bretas, chegou a dizer que em sua vara o “principal livro” é a Bíblia. Só o desprezo à Constituição explica a sanha quase patológica dos membros do Santo Ofício, perdão, da força-tarefa de exibir presos à execração pública, a não ser (coincidência!) quando se trata de outro fanático religioso como Eduardo Cunha, a quem é concedida a graça de trocar as algemas e correntes pelo terno e gravata.

Os arautos da legalidade nem sequer se preocuparam com o fato de que algemar e acorrentar Sérgio Cabral é uma ilegalidade: o STF estabeleceu em súmula de 2008 que “só é lícito o uso de algemas em casos de resistência e de fundado receio de fuga ou de perigo à integridade física própria ou alheia, por parte do preso ou de terceiros, justificada a excepcionalidade por escrito”.

Há tempos aponto neste site as semelhanças dos métodos de Moro e seus acólitos com personagens tenebrosos da ficção, como o inspetor Javert de Os Miseráveis de Victor Hugo. Em relação a Cabral, proibido de dar entrevistas, me veio à memória a lenda francesa do Homem da Máscara de Ferro, trancafiado num calabouço sem o direito nem sequer de dar sua versão da história. Não foram poucos também os juristas que criticaram as excessivas prisões preventivas da Lava-Jato como uma forma de tortura para forçar delações.Esta “justiça” não fará bem algum ao país.

Este tipo de “justiça” não fará bem algum ao país. Denuncia, isso sim, o arcaísmo dos atuais detentores do poder, gente que governa, legisla e julga falando em futuro, mas com os olhos postos no passado. Representam o conservadorismo mais tacanho, rançoso, característico de uma direita que pretende colocar o Brasil de costas para a modernidade. O tipo de lugar onde se apreciam ditaduras militares, onde se desconhece o significado da expressão “estado de direito”, onde trabalhadores se transformam em escravos e pessoas presas arrastam correntes.

E que fique claro para a nação: a imagem de Cabral acorrentado é também um aviso de que os fanáticos da Lava-Jato pretendem fazer o mesmo com o ex-presidente Lula.

Por Cynara Menezes, no blog Socialista Morena:


     

Usar humilhação escravista é um acinte do Estado paralelo e despótico

 

Por Haroldo Lima

“Verdadeiramente eu vivo num tempo sombrio”, disse Bertold Brecht quando crescia o nazismo na Alemanha. Angustiado, indagava “que tempo é este em que uma conversa sobre árvores chega a ser uma falta, pois implica em silenciar sobre tantos crimes?”. E, inquieto, perquiria aos insensíveis: por que a “frieza baixou” sobre tanta gente?

Tudo isso nos acode quando vemos, a 18 deste mês, em pleno século XXI, o aparato Judicial/Policial Federal do Brasil exibir, abertamente, a todo o país e ao mundo, a cena de uma pessoa, sob sua guarda, sendo humilhada de uma das formas pelas quais o Brasil escravocrata humilhava, bestialmente, os escravos, acorrentando seus pulsos, braços e pés. Porque foi assim que as coisas se deram.

O que se apurou até agora, com relação às práticas do ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, configura um quadro espantoso de corrupção, desproporcional, seja pelo volume elevado da coisa extorquida, seja pela forma burlesca com que ele e seu grupo procediam. Daí porque a sociedade espera que a Justiça seja rigorosa no seu caso, como de resto sempre.

Mas, longe de todos a ideia de confundir rigor com bestialidade, justiça com estupidez, e muito menos de se resgatar, de qualquer maneira, para serem usadas agora, despudoradamente, formas escravocratas de humilhação, usuais em nosso passado, mas completamente execráveis.

O que a Polícia Federal fez com o ex-governador Sérgio Cabral, algemando suas mãos, amarrando seus braços e acorrentando seus pés, quando não existia qualquer risco de fuga, não pode passar despercebido. Foi uma ação funesta, vergonhosa, covarde, que deve ser criticada energicamente, suscitar providências e apuro de responsabilidades. Não fazer isto, é repor a dramática pergunta de Brecht, “por que tanta frieza baixou” entre nós, para aceitarmos absurdos como este?

Fui preso político no regime passado. Sequestrado, amordaçado, transportado em camburão, algemas nos pulsos, posto em solitária, por semanas, inteiramente nu, barbaramente torturado nas masmorras do sistema. Isso era o que se fazia, com variações, em todos os companheiros da luta libertária presos naquela época. E muitos foram assassinados. Era a ditadura. Mas, nem eu, nem nenhum outro companheiro de cárcere que eu me lembre, ou que ouvi falar, tivemos nossos pés acorrentados e braços amarrados.

A ilegalidade vai crescendo no Brasil acintosamente e vai mostrando suas garras ameaçadoras. O uso de algemas é regulado pela Súmula vinculante nº 11 do Supremo Tribunal Fedeeral – STF, pela qual só é lícito o seu uso em casos de “resistência e de fundado receio de fuga ou de perigo à integridade física própria ou alheia, por parte do preso ou de terceiros, justificada a excepcionalidade por escrito, sob pena de responsabilidade disciplinar, civil e penal do agente ou da autoridade e de nulidade da prisão ou do ato processual a que se refere, sem prejuízo da responsabilidade civil do Estado”. Nada disso foi observado.

Na situação posta, duas questões sobrelevam: primeiro, como já vimos, a necessidade de se aplicar, com rigor, a legislação penal contra o réu Sérgio Cabral e, em segundo lugar, que se apure quem patrocinou, quem deu ordens, para que um preso fosse submetido a um tratamento bestial e ilegal, humilhando-o publicamente.

O uso da corrente nos pés suscita outra questão, a força da herança escravista entre nós. No país onde a escravidão vigorou, em toda sua plenitude, por mais de 358 anos e onde o regime do trabalho livre ainda não completou 130, mal vividos, preconceitos, costumes, leis, rituais, parâmetros e símbolos escravistas perduram, inclusive porque nunca foram suficientemente combatidos.

A Polícia Federal que apelou para um símbolo escravista da opressão desmedida – acorrentar os pés – não o fez, de forma alguma, por cuidados com a segurança, mas para demonstrar poder, exibir força e reafirmar autoridade. É que na mente poluída pelo atraso atávico daqueles policiais e de quem os autorizou a assim proceder, nada mais enfático para demonstrar “quem manda”, quem está por cima, do que encenar o rito do poderio escravocrata, assumindo o papel do “senhor dos escravos”.

Por último, na época da ditadura militar, sabíamos quem comandava o arbítrio que imperava, que eram os generais no Poder. Agora, o estamento militar não comanda o Estado paralelo e despótico que está funcionando, cada vez com maior desenvoltura. Quem estará dando as cartas da exceção? Será o Michel? Sem dúvida, essa figura teve seu papel traiçoeiro no planejamento e execução do golpe, mas agora está depauperado, com dificuldades para explicar o vai e vem de malas de dinheiro que circulam em seu redor. É o Judiciário? Mas quem mesmo do Judiciário? O Estado paralelo e despótico se desenvolve, mas na penumbra.

A essas alturas, valemo-nos do Patrono do Senado, dos maiores juristas brasileiros, o baiano Ruy Barbosa que com sua verve já vaticinava: “A pior ditadura é a do Judiciário. Contra ela não há a quem recorrer”.

* Haroldo Lima* é membro da Comissão Política Nacional do Comitê Central do Partido Comunista do Brasil. Deputado Federal do PCdoB-BA (1983-2003) e Diretor Geral da ANP nos Governos Lula e Dilma

Por Haroldo Lima


     

Geraldo Azevedo lota Parque Ecológico no penúltimo dia da Univerão

A concha acústica do Parque Ecológico de Lauro de Freitas recebeu seu maior público neste sábado (20/1), no show do cantor pernambucano “quase baiano” Geraldo Azevedo. No espetáculo “Conferência Musicada”, que faz parte da programação da Univerão/Festur, o artista fez mais de 2.5 mil pessoas cantarem seus maiores sucessos.
“O Princípio do Prazer” deu a largada para as mais de duas horas de show. O público foi junto. “Canta, canta passarinho”, “Caravana”, ‘Canta Coração’, a cada sucesso o coro ficava mais forte e vibrante. Depois da antológica “Dia Branco”, com o público embalado no clima de poesia, o artista agradeceu; “Obrigado pelo coro maravilhoso”.
Nascido na pernambucana Petrolina, vizinha a Juazeiro da Bahia, Geraldo Azevedo diz que escapou de ser baiano por um triz e revela seu amor pelo Velho Chico que banha as duas cidades. No repertório do show duas músicas são dedicadas ao rio. Geraldo aproveita para alertar sobre a escassez de água no planeta.
O artista passeia pelas músicas do Grande Encontro, sucessos que marcaram época nos anos 90. Na “Canção da Despedida”, escrita em parceria com Geraldo Vandré, o público canta acompanhado apenas pelo violão: “Um rei mal coroado não queria o amor em seu reinado, pois sabia não ia ser amado”.
Geraldo Azevedo explica: A música foi composta como protesto durante o AI5. O presidente da época se chamava Artur, o rei mal coroado, que perseguiu e prendeu artistas e intelectuais. Geraldo foi preso duas vezes. “Depois de tantos anos não podia imaginar que veria de novo um rei mal coroado”.
O espetáculo chega ao fim com o sol se pondo. “Esse evento está lindo. Muita gente reunida fazendo a festa; crianças, adultos e pessoas idosas, todos se divertido. A prefeita Moema está de parabéns, é uma mulher retada”, disse o cantor, que foi ovacionado pelo público.
No meio da plateia, a prefeita de Lauro de Freitas, Moema Gramacho, acompanhada do deputado federal paulista Paulo Teixeira e sua família, observa que o público reúne várias gerações e todos cantam sucessos de décadas atrás. “Geraldo Azevedo é um artista que consegue falar para todas as gerações, pois além de ser contemporâneo faz uma interação incrível com o público”, disse Moema.
A prefeita destaca ainda o sucesso que foi a Univerão. “Debates muito enriquecedores. Assuntos como política, gênero e questões sociais foram debatidos ao mesmo tempo que a cultura acontecia em outros espaços. Além dos cursos práticos, como eletricista, maquiagem, psicopedagogia, pudemos falar de crise e democracia, assuntos que precisam de uma atenção especial”.
Um dos palestrantes da Univerão, o deputado federal Paulo Teixeira disse que ficou impressionado com a energia impar do público de Lauro de Freitas. “Foi muito bom ver famílias inteiras se divertindo ao som de um dos músicos nordestinos mais importantes do Brasil”. Sobre a Univerão, ele destaca que serviu para dar ao povo a chance de cursar aquilo que gosta. “A gestão municipal está de parabéns por oferecer um conjunto, com conhecimento e lazer ao seu povo”.
A Univerão começou no dia 15 de janeiro e além de shows e manifestações artísticas organizadas pela Festur, ofereceu ao público minicursos de áreas como beleza, robótica, música, palestra sobre política e rodas de conversas sobre questões sociais. Ao todo, cerca de 2.800 pessoas se inscreveram e fizeram parte da Univerão.
Para finalizar a grade de programação da Univerão/Festur, o cantor Diogo Nogueira vai se apresentar neste domingo (21/01), na praça da Matriz, a partir das 20h.


     

CCR Metrô é notificada por suposto desmatamento ilegal no bambuzal do aeroporto; Inema diz que concedeu licença

A CCR Metrô, empresa responsável pelas obras e gestão do metrô de Salvador, foi notificada por fiscais da Secretaria de Desenvolvimento e Urbanismo (Sedur), na manhã deste sábado (20), por supostamento desmatamento irregular do bambuzal do aeroporto. O G1 entrou em contato com a CCR Metrô, que ficou de se posicionar sobre o caso.

Em nota, a Sedur informou que, além da notificação, a CCR Metrô foi autuada e multada pela supressão de parte da vegetação do local. O valor da multa pode chegar a R$ 5 milhões.

De acordo com a Sedur, a CCR pediu uma autorização ao Inema, para cortar o bambuzal, entretanto, segundo a secretaria, compete ao município a concessão de licenças para estas atividades.

Por meio de nota, o Inema rebateu a afirmação da Sedur. Segundo o instituto, é sim competência do órgão licenciar toda a obra do metrô, já que se trata de limites entre dois municípios – Salvador e Lauro de Freitas.

O Inema também diz que participou do licenciamento, desde início de toda a obra do sistema metroviário, e ressalta que exige toda a compensação ambiental necessária seja feita. O órgão destaca também que seguiu rigorosamente todos os critérios legais.

O governo do estado também se anifestou sobre o caso. Em nota, a administração estadual explicou que apenas partes das moitas de 11 touceiras do bambuzal, inclusive em uma área que já está degradada, estão sendo retiradas para permitir a circulação dos ônibus que farão a conexão entre a estação de metrô Aeroporto e o terminal aeroportuário de Salvador. Segundo o Governo, não se trata do bambuzal de maior extensão e relevância. A área a ser suprimida representa apenas 0,19% da área total do bambuzal.

A nota do governo estadual ainda informa que, conforme preveem os estudos ambientais para o pedido de licenciamento, a compensação ambiental será realizada com o plantio de árvores nativas em Área de Preservação Permanente (APP) do Rio Ipitanga, próximo à Estação Aeroporto.


     

sábado no Parque repleto de felicidade com as ações realizadas pela SEMARH

Parabéns a gestão municipal, a nossa Prefeita Moema por trazer para Lauro de Freitas projetos que fomentam diversas ações e políticas públicas de inclusão, capacitação, entretenimento e conhecimento. O sábado no Parque foi repleto de felicidade com as ações realizadas pela SEMARH durante a manhã com a apresentação de capoeiristas, palhaço e mágico e a tarde pela Univerão o lindo show de Geraldo Azevedo que atraiu ao Parque Ecológico uma enorme multidão, o que nos mostra que a nossa cidade está trilhando caminhos cheios de alegrias para nossa população.
O Parque Ecológico já se consolidou nos corações das famílias como um espaço de integração, união e lazer em total harmonia com a natureza.


     

Show de Geraldo de Azevedo é marcado por ForaTemer em Lauro de Freitas

Não foi só a poesia e a sonoridade de Geraldo Azevedo que encantaram o público de Lauro de Freitas, onde o artista pernambucano, se apresentou no Parque Ecológico, localizado em Vilas do Atlântico, como atividade integrante do Univerão e Festur, promovido pela Prefeitura de Lauro de Freitas.

Ao defender a preservação dos rios, a valorização da água e o cuidado com o meio ambiente, em um tom mais político, o público aproveitou para puxar o Fora Temer que teve apoio de Geraldo Azevedo.

“Nunca tivemos um rei tão mal coroado como temos hoje, que está tirando direitos dos trabalhadores, perseguindo os artistas e ainda tem mais um pacote de maldade vindo aí. Vamos nos manifestar gente!”, convocou.

O artista elogiou ainda a iniciativa do Festival por valorizar a cultura e parabenizou a prefeita de Lauro de Freitas Moema Gramacho (PT) pela organização do evento. “As mulheres são retadas. Moema você é demais”, elogiou Geraldo Azevedo.


     

Univerão: Geraldo Azevedo faz show magnífico em Lauro de Freitas

Parque Ecológico de Lauro de Freitas ganhou uma atmosfera poética com o show de Geraldo Azevedo, realizado na tarde deste sábado (20), como parte integrante do Univerão e Festur promovido pela Prefeitura de Lauro de Freitas.

O público cantou em um só coro os grandes sucessos do artista pernambucano, carinhosamente chamado de Pink Floyd do sertão, pela sua virtuosidade, criatividade e sonoridade ímpar.


     

Espaço da Educação Básica conclui atividades com sucesso na Univerão

Um dos principais objetivos da Universidade de Verão (Univerão), o “Espaço da Educação Básica” instalado na Escola Dois de Julho, no bairro de Itinga, realizou atividades que contribuíram para uma política de Cidade Educadora em Lauro de Freitas. Seminário voltado para inclusão e diversidade, cursos de orientação a assistência social, noções de psicopedagogia, políticas para mulheres, a pessoa idosa, oficinas, rodas de saberes e outras atividades movimentaram a escola entre os dias 16 e 19 de janeiro.
“No espaço da educação básica, tivemos um resumo do que é a proposta da cidade educadora em Lauro de Freitas. Contamos com a presença de um público diverso e que participou de forma efetiva das atividades que permeiam o processo da construção educacional no município”, avaliou a coordenadora do Núcleo de Educomunicação e presidente do campus de educação básica na Univerão, Gabriela Santana.
A coordenadora ressaltou ainda a interação dos territórios educativos nos quatros dias dedicados a educação básica na Univerão. “Mesmo estando aqui em Itinga, conseguimos alcançar todos os polos. Recebemos a visitação de escolas de Areia Branca, Portão e Centro”.
Em relação à expectativa para uma nova edição da Univerão, Gabriela destacou a importância da participação dos professores municipais. “Esperamos que no próximo ano possamos construir esse espaço coletivamente com a nossa rede, e que as propostas de intervenção para Univerão 2019 sejam deles”.
A professora da rede municipal Maria de Fátima Silva, que apresentou o projeto “Tudo começa pelo respeito”, no Seminário de Inclusão e Diversidade na Educação Básica, relatou que o espaço foi muito proveitoso, pois permitiu que o conhecimento fosse compartilhado entre os colegas. “Me inscrevi no seminário como uma oportunidade de debater sobre as questões de gênero. A educação básica necessita de um trabalho atualizado, que reflita o comportamento dos estudantes e que através do trabalho do professor, possa transformar e desconstruir os paradigmas sociais”.
O “Espaço da Educação Básica” foi planejado pelos departamentos da Secretária Municipal de Educação (Semed), com abordagem de temas como gênero, uso das TICs, inclusão de crianças e jovens com deficiência, meio ambiente, entre outros.

 


     

Festur reafirma diversidade cultural de Lauro de Freitas

Ao som da Orquestra de Berimbaus e Pandeiros de Lauro de Freitas foi aberta, nesta sexta-feira (19), a Festa Turística Étnica Cultural- FESTUR da cidade, reunindo personalidades que representam a diversidade cultural do município – o cacique Wakay, da tribo Kariri-Xocó do Quingoma, a baiana de acarajé de Portão Maria Aparecida, mestres capoeiristas, intelectuais, artistas e poetas.


Emocionada a prefeita Moema Gramacho destacou o momento “feliz” para o conhecimento e a cultura de Lauro de Freitas. “A FESTUR tem tudo a ver com essa cidade rica em sua diversidade e que junto com a Univerão trazem um aspecto bastante positivo que é de mostrar nossa identidade. Eu não nasci em Lauro de Freitas, mas escolhi para morar e o povo me escolheu três vezes para governar. É por isso que vou continuar lutando para defender a identidade do povo”.


O secretário de Cultura e Turismo, Manoel Carlos dos Santos, deu as boas-vindas ao público e fez o convite para que conheçam Lauro de Freitas um pouco mais. “A cultura é algo extremamente positiva e vem andando junto com a educação, seguindo um modelo de gestão da prefeita Moema Gramacho. Vamos festejar e conhecer a história, a cultura e o turismo da nossa cidade.”


Para o secretário de Educação a expectativa é que essa dobradinha com a Secretaria de Cultura e Turismo – SECULT aconteça novamente e a Univerão/Festur vire uma marca em Lauro de Freitas. “Ter ideias todo mundo tem, mas é necessário que tenhamos ao nosso lado pessoas que nos dê forças e apoio para que possamos fazer acontecer. E em Lauro de Freitas contamos com uma prefeita que está sendo a reitora da maior universidade do Brasil e que nos dá todo suporte necessário”.


No encerramento da cerimônia, o Coral da Unilab – Universidade da Integração da Lusofonia Afro-brasileira e os grupos de dança Embaixada da África encantaram a plateia com o molejo dos dançarinos e Beijuzeiras de Areia Branca, que resgataram a história das beijuzeiras de Lauro de Freitas.
Geraldo Azevedo e Cavalgada


A Festa Turística continuou durante todo o dia na Praça da Matriz e Martiniano Maia com Feira de Artesanato e apresentação de grupos de dança. Para a noite estava programado o show dos artistas Raimundo Sodré e Mateus Aleluia.
A programação do sábado será aberta com Cortejo Cultural, às 8h, seguida de Roda de Conversa em homenagem à Década da Afrodescendência, às 10h, na Câmara de Vereadores, Festival de Capoeira, às 15h, e apresentação da Orquestra de Pandeiros, às 18h, na Praça. No Parque Ecológico, às 15h, o público pode conferir a apresentação do cantor Geraldo Azevedo. O domingo terá programação intensa. Missa do Vaqueiro, às 11h, na Praça da Matriz, Festa do Vaqueiro, às 12 h, com concursos de berrante, aboio, toada, vaqueiro mais encourado e melhor cordel. Às 14h, sai a Cavalgada do Parque do Saber. A Univerão/Festur será encerrada às 20h, com show de Diogo Nogueira, na Praça da Matriz.
A programação cultural da FESTUR está disponível no site da Prefeitura http://www.laurodefreitas.ba.gov.br/site/noticia/programacao-cultural-festur-2018/490