Colorido marca caminhada da Síndrome de Down em Lauro de Freitas

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A manhã deste sábado ficou animada para quem acompanhou a caminhada “Happy Down” em celebração ao Dia Internacional da Síndrome de Down em Lauro de Freitas. Embalados pelo ritmo “eu sou down”, o público andou do Educandário Marisa Pitanga, na entrada de Vilas do Atlântico, até a praia.
Brincando com pó colorido os participantes se divertiam, mas não deixavam de lado a autoafirmação com o lema da caminhada sendo clamado várias vezes. O símbolo da iniciativa, a youtuber Cacai Bauer, lembrava a todo o momento que “ser diferente é normal”.

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A prefeita Moema Gramacho entrou na brincadeira do colorido e ressaltou a importância da atividade. “Esse evento é uma expressão de vida, de amor e superação. Estamos juntos para mostrar que todos devem ter oportunidade e lutar pela defesa dos direitos humanos, que começa com o respeito”, enfatizou.
“Levantar a bandeira Down é trazer aceitação e acabar com o preconceito e a discriminação. Estamos juntos nessa causa”, declarou o secretário de Juventude, Igualdade Racial e Políticas Afirmativas, Felipe Manasses.
Ana Paula Costa, moradora de Vida Nova, teve que ter pique para acompanhar o ritmo do filho Diego, de seis anos, durante a caminhada. “Eu sempre levo ele pra esse tipo de atividade. Ele está adorando e se diverte muito. E ainda estamos espalhando o sentimento de inclusão”, contou.

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Débora Chil, 27 anos, veio de Salvador para participar do evento. Representando a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) a garota que faz parte do grupo de teatro da instituição disse que estava achando o evento “interessante e divertido”.
A idealizadora da caminha, Jana Bauer, mãe de Cacai, contou que estava muito feliz com o resultado. “Não esperava que fosse ser esse sucesso todo. Desse jeito ano que vem teremos que fazer a semana do Dia internacional da Síndrome de Down e repetir a caminha para fechar as comemorações”, disse. O evento contou com o apoio da Prefeitura de Lauro de Freitas, por meio das Secretarias de Juventude, Igualdade Racial e Politicas Afirmativas (SEJUP), Educação (SEMED) e Transporte, Trânsito e Ordem Pública (SETTOP).
Acompanhado pela presidenta da Câmara de Vereadores Naide Brito, representante dos poderes legislativo e executivo do município também participaram do evento.

No final da caminhada, na praia de Vilas, os participantes se divertiram ao som da banda Visões do Nordeste, formada por deficientes visuais. Durante o percurso os responsáveis pela música foram o cantor Isahias Sampaio e a banda Bondboca. Esta foi a primeira edição da Dia Internacional da Síndrome de Down em Lauro de Freitas.


     

A turma do ‘ LIGEIRINHO’ se organizando no formato Táxi Lotação.


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O time do transporte de passageiros denominado ‘ LIGEIRINHO ‘ está se organizando com a ajuda do Dr Vivaldo Amaral, renomado advogado da Bahia,  no que tange ao aspecto legal desta atividade profissional. Hoje são mais de 200 pais e mães de família que com seus veículos levam e trazem trabalhadores e trabalhadoras nos quatro cantos da terrinha  por apenas R$2,75 e precisam o quanto antes obter da prefeitura de Lauro City a permissão LEGAL. A proposta que está sendo tocada é todos os 200 profissionais se juntarem numa mesma entidade como acontece em Aracaju/SE e a nominação pra esta atividade seria  ‘ TÁXI LOTAÇÃO ‘. Moema já disse e reafirmou que quer a existência legal e que não vai prejudicar ninguém. Quanto aos táxis, motos, topics, ônibus, precisamos todos entender que sempre há espaço pra mais um. Ah, Alex Boroga do A GENTE FAZ, será o presidente neste primeiro momento com o voto de todos e todas. Vida que segue.


     

Caixa Econômica de Portão segue fechada desde arrombamento e população teme que seja desativada

A agência da Caixa Econômica Federal do bairro de Portão, em Lauro de Freitas segue  desativada, desde que foi alvo de bandidos durante uma ação na madrugada, segue sem atendimento à população somente com a presença de seguranças.
Segundo moradores da região, a unidade deve ser desativada. Nas redes sociais outros moradores manifestaram sua indignação com o fechamento da unidade, que mesmo não realizando serviços como abertura de conta, auxiliava a comunidade com outros necessidades.

     

Em um dia, seis suspeitos de assalto são detidos em Lauro de Freitas

Suspeitos de assaltos foram detidos por policiais do Pelotão de Emprego Tático Operacional (Peto), da 52ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM), entre a tarde desta quinta-feira (23) e a manhã desta sexta-feira (24).
De acordo com informações do capitão Jorsan, chefe da Seção de Planejamento Operacional (SPO) da 52ª CIPM, na tarde de quinta-feira (23) um homem identificado como Yuri Luis Silva Araújo foi detido, após ser apontado por populares, como autor de assaltos a mão armada em frente a colégios situados na Avenida Luiz Tarquínio, no centro da cidade.
Ainda conforme as informações do capitão Jorsan, depois de deter o suspeito, ele mostrou um local onde havia escondido uma mochila com a camisa que estava usando no momento do assalto e uma pistola que foi apreendida pela polícia. A operação teve o apoio do Setor de Operações de Inteligência (SOInt) da 52ª CIPM. Yuri e a arma apreendida foram apresentados na 23ª Delegacia Territorial (DT). Ele disse aos policiais que veio da Cajazeiras VIII.
Na noite de quinta-feira (23), outro suspeito identificado como Raul Santos da Silva também apontado por populares por tentativa de assalto, foi capturado na companhia de uma jovem de iniciais T.C.G. na região da Avenida Beira Rio no centro de Lauro de Freitas. Com a dupla foi encontrado um revólver calibre 38, seis munições, outro objetos e uma quantia em dinheiro não especificada. A dupla foi conduzida para a 23ª DT.
Já na manhã desta sexta-feira (24) um trio suspeito foi detido por policiais do Peto da 52ª CIPM no bairro de Vilas do Atlântico. Segundo o capitão Jorsan, os homens identificados como Raimundo Teles Brandão Filho, Carlos Eduardo Campos Santos e Bruno dos Santos Moreira, estavam a bordo de um veículo Fiat Siena, cor azul, placa policial JPT-0876. Eles foram detidos após as guarnições perceberam atitudes suspeitas.
Conforme as informações da polícia, com o trio foi apreendido um revólver calibre 38, com três munições. O trio e arma apreendida foram apresentados na 23ª Delegacia Territorial.

     

SEPLAN – Dia da Água

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O titular da SEPLAN-Secretaria de Planejamento, Mauro Cardim, esteve hoje (23) na Colônia de Pesca de Buraquinho, no encontro que celebrou o Dia Internacional da Água, e que também contou com a participação da
Oscip Rio Limpo, do Rotary Club, do Vilas Tênis Clube, da Salva, do Lyons Club, e da Associação Moradores de Ipitanga, além da presença de moradores da região que realizaram mais um “ATO em DEFESA da Bacia do JOANES “.
Segundo Mauro Cardim, “a gestão Moema Gramacho sabe da importância da recuperação do Rio Joanes para a sustentabilidade ambiental do nosso município e não medirá esforços para que isso aconteça. O Joanes vem sendo poluído desde a sua nascente, em São Francisco do Conde, e aumentando o nível de poluição até chegar na sua foz, num dos cenários mais exuberantes do litoral norte, nesta bucólica praia de Buraquinho.”


     

Secretaria de Trabalho e Renda

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O secretário de Trabalho e Renda do município de Lauro de Freitas, Wilson de Souza, falou da importância da agricultura familiar como geradora de renda e da importância, em período de crise, de ser criativo, cooperativo e associativo, para fortalecer esse segmento. “Nós temos que pensar na agricultura familiar de forma estratégica, para a geração de renda, para atender a demandas não só de programas como o de Aquisição de Alimentos (PAA), mas também garantir que a produção seja comercializada e distribuída em outros mercados”.


     

Deputada Mirela lutando por Cachoeira, sempre sem esquecer nossa Lauro

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Hoje nossa Deputada Mirela esteve com o Secretário Estadual de Infraestrutura, Marcus Cavalcante visando tratar de obras de extrema importância para o município de Cachoeira.

Tenho recebido notícias frequentes da atuação exemplar e da lealdade de Mirela ao Senador Otto Alencar, fatos que a colocam em situação favorável na disputa e vitória certa à sua reeleição.


     

Ameaça ao sigilo e a regulação da mídia

Por Dayane Santos, no site Vermelho:

Diversas organizações nacionais e internacionais de jornalismo manifestaram preocupação com a ameaça ao direito ao sigilo da fonte provocado pela condução coercitiva do jornalista blogueiro Eduardo Guimarães, determinada pelo juiz Sergio Moro, responsável pelo processo da Lava Jato em primeira instância.

Entre as entidades estão a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), a ONG Repórteres Sem Fronteiras e a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji).

O jornalista e advogado uruguaio Edison Lanza, relator especial para Liberdade de Expressão da Comissão Interamericana de Direitos Humanos, órgão ligado à OEA (Organização dos Estados Americanos), criticou a condução coercitiva contra Guimarães por meio das redes sociais.

“Grave: juiz Moro submeteu e obrigou blogueiro a revelar fontes. Não se combate a corrupção sem liberdade de imprensa”, afirmou Lanza.

“A Abraji manifesta preocupação com o risco de quebra de sigilo da fonte deste e de outros trabalhos do blogueiro, a partir do acesso a seus arquivos pessoais e profissionais. Não cabe à Justiça Federal traçar linhas a definir quem é e quem não é jornalista com o objetivo de afastar prerrogativas constitucionais”, afirma a entidade, que reforça que “não há dúvidas de que uma das atividades de Eduardo Guimarães é a manutenção de seu blog, por meio do qual realiza análises políticas desde 2010, uma atividade jornalística”.

“Divulgar o que sabe é não apenas um direito de Guimarães, como um dever”, frisa a entidade em nota.

A entidade destacou que comunicadores, blogueiros e jornalistas não estão imunes a investigações e, se houver indício de crimes estranhos à atividade de comunicação, devem ser investigados como qualquer cidadão. Mas salienta que a “não se pode admitir que a investigação atente contra princípios que garantem o exercício do jornalismo não apenas ao blogueiro, mas a todos os comunicadores do país”, finaliza.

Para a jornalista e coordenadora-geral do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC), Renata Mielli, não se trata apenas de uma discricionariedade entre o que é investigação e direito, mas da falta de uma regulamentação específica sobre o exercício da atividade jornalística.

“O Brasil tinha uma lei de imprensa que era ruim, construída nos marcos de uma ditadura militar, que foi julgada inconstitucional do Supremo Tribunal Federal. Com isso, hoje não temos efetivamente uma regulação de como lidar com essas questões”, afirma Renata, destacando que a Constituição garante o sigilo da fonte, mas que ao mesmo que garante o direito é genérica quanto as demais questões que regem a profissão e a atividade.

“Temos muito claramente estabelecido na Constituição o sigilo da fonte. Tivemos uma importante conquista que foi a Lei de Acesso à Informação [que obriga a União, os estados e os municípios a divulgar seus gastos na Internet], mas não temos balizas mais claras que digam como a atividade de comunicação deve lidar com essas questões. Ficamos sob o escrutínio da interpretação dos vários agentes sociais, como do juiz Sérgio Moro que quer determinar quem é ou não jornalista, quem tem ou não o direito de sigilo da fonte”, argumentou.

Segundo Renata, a lacuna da legislação brasileira sobre o tema existe propositalmente porque importantes meios de comunicação se beneficiaram com a ausência de uma legislação.

Ela argumenta que nos últimos anos a atividade jornalística se transformou de maneira muito profunda por conta do surgimento de novas tecnologias da informação. “Com essas novas tecnologias surgiram os blogs com a possibilidade de que pessoas fora dos grandes meios de comunicação pudessem exercer a atividade jornalística”, pontua.

Para ela, a falta de regras levou à judicialização da censura e que tal censura não é um reflexo do golpe, mas uma situação enfrentada por dezenas de blogueiros e jornalistas da mídia alternativa nos últimos anos. Ela cita o caso mais recente do jornalista Marcelo Auler, que enfrenta um processo na Justiça do Paraná em que foi proibido de publicar qualquer assunto relacionado à Lava Jato. “Isso é censura previa”, diz.

E completa: “Mas muito antes do golpe, Paulo Henrique Amorim e Rodrigo Viana, por exemplo passaram a acumular processos do Ali Kamel, diretor de jornalismo da Rede Globo. Ou seja, os próprios meios de comunicação tentaram estabelecer uma censura judicial a essa mídia alternativa. Esse processo não nasceu com o golpe. É fruto da esfera política que se incomodou em ter uma voz denunciando as arbitrariedades da política, mas também dos meios de comunicação que sentiram que o monopólio do discurso da informação estava ameaçado”, destacou.

Renata defende a regulamentação dos meios de comunicação como forma de dissipar a “nebulosidade de regras existentes”.

“A regulação não vem para estabelecer censura, mas para estabelecer balizas que protejam a atividade de comunicação jornalística e o interesse público e definir essa linha tênue entre o que é sigilo e o que não é, o que é ético ou não, quem tem o direito ao sigilo, ou sigilo que ferem o segredo de justiça.”

A coordenadora da FNDC destaca que o exercício da atividade de comunicação envolve uma responsabilidade social e não pode ser tratada com dois pesos e duas medidas.

“A mesma regra que vale para o Jornal Nacional, do ponto de vista da sua responsabilidade, direito e deveres, tem que valer para um blogueiro que também exerce comunicação”, afirma.

Para ela, a condução coercitiva do jornalista Eduardo Guimarães caracteriza “um abuso de poder”, já que o mesmo não aconteceu com o Jornal Nacional e com tantos outros veículos de comunicação que vazaram conteúdo oriundo da Operação Lava Jato.

“Com o golpe, o país passou a ter um governo que promove a perseguição, diferentemente dos anos anteriores em que se primava pelo respeito aos direitos humanos e proteção das garantias fundamentais. Isso criou uma nova situação de maior dificuldade para o exercício da liberdade de expressão”, afirmou.

Renata pontua que, não somente os meios de comunicação alternativa, mas também os grandes meios de comunicação passaram a ser alvos por conta de um novo contexto político.

“A situação mudou e se começou a atingir a grande mídia. Com isso aumenta ainda mais a perseguição contra os pequenos porque a grande mídia, pelo seu poder, ainda é blindada, ou passa pela cabeça de alguém que o Ali Kamel ou William Bonner poderiam ser levados em condução coercitiva?”, indaga.

E finaliza: “No entanto, os grandes meios de comunicação perceberam que se os pequenos são frágeis, os grandes também podem ser alvos dessa tipo de situação”.

Nesta quinta-feira (23), o Estadão, que tem feito parte dos meios de comunicação que tem publicado conteúdo exclusivo de informações vazadas de investigações da Lava Jato, afirma em editorial intitulado “O sigilo e a lei” que: “É um equívoco achar que os vazamentos contribuem para combater a corrupção. Sua prática fere o bom Direito, sendo instrumento, não raro, para difamação seletiva. Vaza-se o que interessa politicamente vazar e mantém-se o restante sob o sigilo da lei. Esse modo de tratar as informações às quais se tem acesso pelo cargo público, arbitrando o que se guarda e o que se vaza, é grave distorção da função pública”.

Para o Estadão, a confusão causada pelos vazamentos evidencia uma esquizofrenia no modo de tratar a lei. “De um lado, autoridades vazam com espantosa licenciosidade informações que estão sob sigilo legal. Cada vez mais tal prática é feita sem qualquer pudor, como se fosse da sua competência definir arbitrariamente o que ficará restrito e o que se tornará público. Em contraste com o relaxamento desses modos, atribui-se com enorme facilidade caráter sigiloso a um sem-número de informações, como se os trabalhos investigativos necessitassem de tanto rigor e segredo”, afirma.